Sabemos que o COVID-19 transformou a economia.

 

Devido ao surto, o consumo na grande maioria dos setores declinou, impactando assim o mercado em geral. Afinal, antes a previsão do PIB mundial (2020) seria de 3,1%, hoje a expectativa é de que não chegue ao patamar dos 3%. 

 

Com o surto, surgiu a queda do consumo familiar, um declínio dos investimentos privados e uma menor arrecadação tributária. No entanto, no ramo alimentício, marcas como McDonald’s e Starbucks, apesar de sua extrema relevância, fecharam algumas portas, imagine agora o estrago para os microempresários? 

 

Além disso, estabelecimentos que dependem de intensa rotatividade de fluxo pela compra presencial junto a ambientes fechados, se viram obrigados a reestruturar seu negócio, aliado a mais gastos, apenas para manter seu trabalho e sua renda no final de cada mês.

 

Graças a mecanismos como o Delivery e o E-commerce, a economia e o faturamento vêm se mantendo, mesmo que reduzido em 89%. Já, para o ramo alimentício, aplicativos como IFood, Rappy, entre outros, que desempenham a mesma função, ajudaram no processo de transformação e adaptação dessas marcas. 

 

Apesar dos imprevistos, o país caminha para um equilíbrio e a economia deve se recuperar em breve! 

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